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As Aranhas do Morro de São Paulo mar 18

Especie encontrada no caminho do Forte

Especie encontrada no caminho do Forte

Diz a história que muitos dos colonizadores que passaram pelas terras Brasileiras, ficaram impressionados com a riqueza natural do lugar, sobretudo na costa do dendê e do descobrimento, onde a mata atlântica é vasta e exótica. A existência de inúmeros animais, muitas vezes de natureza peçonhenta, sempre causou impacto aos olhos e medo aos nervos, afinal de contas ninguém gosta de encontrar cobras, escorpiões e aranhas no meio do caminho, principalmente se estes são venenosos e agressivos. Em Morro de São Paulo, a presença forte de animais desse tipo é um fato documentado desde os tempos mais antigos. Segundo provas históricas, o lendário D. Pedro II no ano de 1859 quando por aqui desembarcou, além de outras observações escrita a punho em carta para Portugal, fez menção ás serpentes venenosas, ás aranhas caranguejeiras e aos escorpiões de cores que variavam entre o vermelho, o amarelo e o preto, enfatizando a atmosfera selvagem do lugar. Tal característica pode ser vista em tempos atuais, 150 anos depois esses pequenos seres ainda permeiam as terras do arquipélago, claro que em uma proporção menor, pois o progresso e o crescimento imobiliario inibem a proliferação de espécies. Quem passou pelas ruínas do forte na tarde de ontem, caminhando tranquilamente depois de um “super por do sol”, se assustou com o tamanho da aranha que repousava inocente na muralha. A sensação é de medo, espanto, mas sobretudo fascínio com um animal tão intrigante. A aranha que repousava inocente na muralha logo foi ameaçada pela maldade de alguns delinqüentes que ameaçavam joga-la no mar. Pobres humanos limitados que sempre invadem as terras e depois se auto titulam descobridores. A aranha cansada de ser o foco das atenções correu rápida para uma fresta entre o muro do forte, foi salva pelo próprio instinto, o mesmo que a faz viva e presente, sagaz e imponente no seu meio natural. Fica aqui o conselho a todos: - Encontrando um desses animais, não toque, não mexa, deixe-os livres, caminhando pelas matas do Brasil.

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