Subscribe RSS
Ciclo de vida do Produto mar 27

A analogia traçada entre o destino turístico Morro de São Paulo e Fernando de Noronha, é bastante interessante. Já se fizermos um paralelo com o destino turístico Itaparica, uma lástima. É bastante difícil comentar sobre essas duas analogias, uma colocando o Morro de São Paulo como uma águia (falta muito pra chegar a comparar Morro com Fernando de Noronha) a começar paradoxalmente que Noronha não tem nenhum manancial de água doce, já o Morro o tem em abundância. Já com o destino Itaparica, segue uma tendência de ciclo de vida do produto bastante similar a este, infelizmente, já que nos idos das décadas de 70 e 80 Itaparica foi um dos grandes exponenciais em atração de investimentos e de desembarque de turistas, o que verificamos que tenha acontecido como o Morro nas décadas de 90 e a primeira década desse século.
A taxa de turismo cobrada na entrada do Morro de São Paulo, seguindo o exemplo de Noronha poderia se chamar TAXA DE PERMANÊNCIA AMBIENTAL, uma nomenclatura bastante explícita quanto à aplicação desse recurso, já que tratamos de uma UC (Unidade de Conservação, como Noronha), porém com específica destinação à preservação e conservação ambiental de nossas paradisíacas Ilhas/arquipélago.
Em diversos destinos turísticos a taxa de turismo na maioria das vezes, está inserida nas diárias do setor de hospedagem, e os recursos por ele arrecadados servem de manutenção dos diversos C&VB (Conventions & Visitours Bureaus) criados exclusivamente para captação e atração de investidores e eventos para o destino. Sendo do terceiro setor têm a autonomia e agilidade do setor privado, e todos os links interessantes com os setores públicos em todas as esferas, municipais, estaduais, federais e até mesmo internacionais.
Um velho chavão e inevitável utilizá-lo neste momento… -”se quer voar como águia, não se junte aos urubus”, e obviamente se é bom, por que não fazer um benkmarketing, como é o caso do “voucher único” um grande sucesso do cluster Bonito-MS e até mesmo da famosa TPA de Noronha. Claramente fica, que de qualquer forma, se adotássemos “voar como águias”, teria que ser de forma bastante gradativa.
Ficam aqui estas observações que acredito serem de grande utilidade para o Morro/Tinharé, afinal não adianta colocar “tramela” na porta depois que o ladrão já entrou.

You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

One Response

  1. oi! Gostaria d saber se exite a opacao de alugar casa em morro que nao seja para temporada, Espero resposta. obrigado

Leave a Reply